amar a vida é como um amor a si mesmo
uma incerteza que causa um assombro
uma inconstancia que constantemente vem a tona
é como viver entre o céu e a lona
apagar um incêndio
correr uma maratona
amar a vida é olhar bem fundo pra chama de uma vela
velejar pelo seu verdadeiro eu
amar a vida é cozinhar pra todo mundo
e ja lavar cada panela
amar a vida é um simples ato de entendê-la
de entrar em si
tão profundamente quanto todo o amor quer dizer
amar a vida é descobrir o estático das mãos
é ser feliz a cada etapa
a cada degrau
é se preparar pro inevitável
guardar uma poupança bem saudável
amar a vida é ser o amor andante
e se a vida amar você
viva esse instante!
^^
terça-feira, 13 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
O piscar de olhos azuis da loirinha dread
pelos velhos hábitos sagrados separei arroz e o feijão em trigos
refiz os escritos eternos introspecnocivos dos manuscritos vendidos e solitários
induzindo os amigos sumidos a enviarem pela telepatia amplexos pituitários
retribuíndo aos velhos homem de um olho
pelos sérios pêlos meios termos que o servente atende o chamado do seu Vigário
ah... de quem inventou o pé de foice
que o doce a noite se foi-se e o coice foi mais foi prejudicial ao cavalo
abalo ralo embalo do rapaz calado perante o semblante errante do meu eu pertinente
ah... versos galantes do meu eu andante radiante cavando buraco e plantando semente a semente contente
ah... séculos pedantes pelos veio seios tenros do além dançante
benedicência e transparências reticências da clemência essênia da essênia sumária dos repletos belos elos interligados pelos calos
monasteiros e monastizados da pequena planária
sirvam ao que lhes convem
usem a energia do chaka basico pra não ficarem tarados
deixem seu amor crescer
estou de terceiro olho em você
eu estou do seu lado
lorinha do dread
refiz os escritos eternos introspecnocivos dos manuscritos vendidos e solitários
induzindo os amigos sumidos a enviarem pela telepatia amplexos pituitários
retribuíndo aos velhos homem de um olho
pelos sérios pêlos meios termos que o servente atende o chamado do seu Vigário
ah... de quem inventou o pé de foice
que o doce a noite se foi-se e o coice foi mais foi prejudicial ao cavalo
abalo ralo embalo do rapaz calado perante o semblante errante do meu eu pertinente
ah... versos galantes do meu eu andante radiante cavando buraco e plantando semente a semente contente
ah... séculos pedantes pelos veio seios tenros do além dançante
benedicência e transparências reticências da clemência essênia da essênia sumária dos repletos belos elos interligados pelos calos
monasteiros e monastizados da pequena planária
sirvam ao que lhes convem
usem a energia do chaka basico pra não ficarem tarados
deixem seu amor crescer
estou de terceiro olho em você
eu estou do seu lado
lorinha do dread
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Boa coisa
Hoje eu acordei pensando em como eu vou sair do samsara
e me deparei com o bendito sofrimento de ser Deus
e me deparei com o bendito sofrimento de ser Deus
segunda-feira, 18 de abril de 2011
As três características da existência
Tilakkhana refere-se à 3 características da existência
Buda mencionou que, para todas as existências, estão sujeitas a:
Anicca (impermanência)
Dukkha (insatisfação)
Anatta (altruísmo)
Buda mencionou que, para todas as existências, estão sujeitas a:
Anicca (impermanência)
Dukkha (insatisfação)
Anatta (altruísmo)
As três características da existência
Tilakkhana refers to the 3 characteristics of existence
Buddha mentioned that for all existences, they are subject to:
Anicca (impermanence)
Dukkha (unsatisfactoriness)
Anatta (selflessness)
sábado, 19 de março de 2011
Feche os olhos pra ver
Esfregue as lagrimas no peito
e sinta o seu coração bater
viaje pelo infinito
e veja o mundo dentro de você
que universo colorido
com muitos sonhos pra você viver
e sentimentos infinitos
você vai ver
com tanta coisa no mundo...
pra que tu vai se entristece...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Um mundo para os que acabam de nascer
quão lindo é o bebê brincando de barquinha no aparelho sanitário
quão duro foi a lição de sua mãe ao tirá-lo de perto do vaso
tamanha a rispidez no apertar da descarga
e lá vai o navio papeleiro pelo caminho do saneamento básico da casae o capitão papel navega pelos canos, feitos com tanto amor
e vai descendo como os prantos do neném ateu
seguindo o rumo dos dejetos humanos tão confusos
já que não é educado conversar a mesa sobre os problemas futuros
da nossa terra linda que papai do céu nos deu
e o barquinho chega até o rio mais próximo
todo sujinho de cocô e de cabelos
fora as demais sujeiras que se misturam como temperos
e fazem do tão delicioso banho
menos importante que os coloridos letreiros
pois é um direito do homem possuir banheiros
e pra onde a sujeira vai...
quem vai se importar?
pois os cientistas descobriram que a materia orgânica se dá bem com a terra
e que o ser humano precisa de água limpa pra beber e se banhar
mas o que se vê é que a terra virou sujeira de apartamentos
e já não é um terreno pra criança brincar
pois a sujeira se tornou veneno
e veneno só é permitido nos alimentos que essas mesmas crianças deverão se alimentar
Assinar:
Postagens (Atom)
